quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Mais sobre essa fase "boa" dos dois anos (comentarios por minha conta)

Fonte http://brasil.babycenter.com/toddler/desenvolvimento/vinte-cinco-meses/

 A criança de 2 anos e 1-2 meses

Desenvolvimento físico: energia e independência

Com o andar firme e os passos mais equilibrados, seu filho já tem o caminhar mais parecido com o dos adultos, fazendo um movimento com os pés apoiados primeiro no calcanhar e depois nos dedos. Isso possibilita que ele tenha mais habilidade para correr, pular e jogar bola -- ótimas maneiras de gastar um pouco daquela aparentemente inesgotável energia.
(Gabriel não anda, corre...)

Procure reservar um tempinho todos os dias para que ele realmente possa brincar fora de casa (ou do apartamento), em atividades ao ar livre que envolvam esforço físico. A movimentação do corpo ajuda a criar força e a melhorar a coordenação motora.
(bom, ele brinca bastante o dia inteiro e qundo vou buscá-lo ele reclama que "qué ficá mais")

Essa coordenação também é essencial para os cuidados com a higiene que a criança começa a querer tomar conta por si só, como a escovação dos dentes e a lavagem das mãos. Por mais molhação que aqueles poucos minutinhos no banheiro causem, tente se conter e deixar que ela pratique um pouco, já que estes são importantes marcos de independência.
(Putz! O tal do "sozinho" é ótimo quando estamos em cima da hora...)

Destro ou canhoto?

No último ano, talvez você tenha notado uma certa preferência por uma mão ou outra, mas é daqui para a frente que o uso de uma delas será mais contínuo e ficará mais fácil de saber se seu filho é destro ou canhoto.

Na dúvida, você pode segurar um brinquedo a uma certa distância e observar qual das mãozinhas ele usará para pegá-lo. Outro truque é reparar com qual delas ele segura a colher para comer. A mão dominante geralmente é mais forte e hábil.
(Apesar do pai ser canhoto, já reparei que o Gabriel prefere usar a mão direita...)

Uma minoria de crianças permanece ambidestra, ou seja, utiliza ambas as mãos igualmente, até um pouco mais tarde. Há ainda as que usam a mão dominante para se alimentar e escrever, porém a outra para jogar ou chutar uma bola.
(Ah, meu filhote chuta com as duas pernas... Uhuuuuu!!! Papai fica todo orgulhoso...)

Essa é uma herança basicamente genética. Somente 10% das pessoas são canhotas, mas, se pai e mãe forem, a chance de o filho ser também aumenta para de 50%.

O importante é não tentar mudar a preferência nata da criança, o que pode causar muita frustração e aborrecimentos, além de problemas futuros na escola.
(Na minha época isso aconteceu comigo. Hoje digo que minha esquerda é burra...)

Desenvolvimento emotivo e social: mordidas

Crianças desta idade costumam morder quando estão bravas ou se sentem ameaçadas, geralmente porque têm dificuldade de se comunicar melhor. Já que ações falam mais alto do que palavras, lá vão elas e…nhac!
(Gabriel vem mordido da creche, mas ainda não mordeu ninguém...)

Agora, só porque dá para entender, não quer dizer que seja um comportamento aceitável. Pelo contrário. Explique com calma e firmeza que isso não é permitido pelas boas regras de convivência, porque machuca as pessoas. Se a criança que foi mordida por seu filho estiver por perto, procure confortá-la.
(Espero que os pais das outras crianças estejam fazendo isso com elas...)

Evite muito alvoroço no momento, porque isso muitas vezes só estimula o "mordedor" a fazer de novo para receber mais atenção. Mais tarde, volte a conversar sobre o assunto, sempre procurando explicar como proceder melhor: "Tudo bem que você ficou bravo porque o Pedro pegou seu brinquedo, mas não pode morder. Dá próxima vez, fala para ele não fazer isso ou chama a mamãe para ajudar".

Comportamento: medo do médico
(HUMMMM... Gabriel MORRE de medo...)

A capacidade de formar imagens mentais que vão além do que vêem de concreto ao redor é terreno fértil para crianças de 2 anos desenvolverem todo tipo de medos. Junte a isso um desconforto natural com estranhos e a habilidade de lembrar de experiências passadas e é fácil de entender por que muitas delas acabam tendo pavor de ir ao médico.

Cabe a você tentar "desmistificar" a experiência, explicando sempre com antecedência o que vai acontecer no consultório ("Primeiro ele vai perguntar como você está, depois vai pedir para ouvir o seu coração, colocar aquela luzinha no ouvido…").
(Eu fiz isso na última vez que chegamos... Mas mesmo assim, quando a pediatra perguntava: Posso mexer no seu ouvidinho? Ele chorava e respondia: Poóóóde.... Tadinho... rsrsrsrs)

Nunca minta dizendo que a vacina não vai doer ou que nenhuma injeção vai ser aplicada desta vez. Melhor explicar que dói só um pouco, mas é rápido. Procure também se manter calma, porque elas são especialistas em decifrar expressões faciais e linguagem corporal.
(Essa de que vai ser rapidinho ele já até repete sozinho de tanto que eu falo... Quanto à espetada da agulha falo que é um mosquitinho que vai fazer "zzzzz" nele...)

Desenvolvimento da linguagem: sinais de alerta

Nem toda criança de 2 anos conversa de forma clara, usando frases completas. Algumas se valem de gestos ou de palavras bem básicas por meses a fio, enquanto outras até que falam, mas de um jeito que só mamãe e papai conseguem entender. A princípio não há motivo de alarme em ambos os casos, apenas mantenha a atenção para ajudar ao longo deste complexo processo.

Problemas de pronúncia são bastante normais (sendo a troca do r pelo l um dos mais comuns), assim como a troca de palavras na pressa de falar rápido e até gagueira, e geralmente nem requerem a intervenção de fonoaudiólogos.

(Quanto à fala, Gabriel fala até demais...)

2 comentários:

Amanda disse...

Olá, Fran, muito interessante o texto, enquanto vamos lendo, vemos que é normal o que acontece com nossos filhotes... Atualmente o que mais tem me deixado aflita é a gagueira, Arthur tem gaguejado bastante, tento esconder minha ansiedade (para não prejudicá-lo) mas às vezes não consigo :(
Bjo!

calma que estou com pressa disse...

oimãe moderna-
interessante teu post - oh que meus filhos já são grandes e tem coisas que eu desconhecia
adorei
bjlu