terça-feira, 22 de setembro de 2009

História de um Nascimento: Bebê Gabriel

Bom dia meninas!
Hoje é dia de História!!!!
Hoje é dia de sabermos a história do Gabriel, filho da Fran, uma das donas desse blog! :)
Olhem que lindo!!!!
Bjs.

A Motivação
Quem me conhece sabe que sou uma pessoa que planeja tudo. Então planejei quando ia morar sozinha, quando ia casar (mesmo sem ter namorado rsrsrs...). Então pensar em quando ia ter filhos não foi diferente.
Eu sempre disse que ficaria pelo menos 3 anos casada. E que antes de ter filhos gostaria de realizar um sonho: ir à Disney.
Casamento concretizado e sonho realizado, começamos a definir quando viria nosso filho. Afinal, já tínhamos quase 5 anos de casados.
Eu sempre disse que em 2009 eu engravidaria. O Léo era mais reticente pois ele é muito racional e estava preocupado com a parte financeira, com a educação da criança e etc... Coisas de homens.
Mas eu não arredei pé do meu planejamento...

As Tentativas
A minha ginecologista sempre disse que se não houvesse nenhum tipo de contratempo eu engravidaria muito rápido, pois meus sinais de ovulação eram muito claros.
Em janeiro de 2009 resolvemos que não iríamos usar qualquer método contraceptivo. Nesse mesmo mês, mesmo sabendo a época do meu período fértil eu não “programei”. Em fevereiro, lá veio a dita cuja. Confesso que fiquei meio frustrada pois estava achando que seria pá-pum... rsrsrsrsr
Então, em fevereiro resolvi “programar”... rsrsrsrs
Fiquei atenta ao meu período fértil.

A Descoberta
Em março fizemos uma viagem de férias. Fomos para Porto de Galinhas. Mas eu estava super chateada, pois viajei cheia de cólicas e com os seios doloridos. Droga! Nem programando funcionou! Humpf! Minha médica só me criou expectativas tolas.
Então fui eu viajar munida de absorventes, né? Fazer o que? Cheia de cólicas... Humpf!
Nunca fui certinha. Minha menstruação vinha quando bem entendia. Então fiquei lá à mercê da boa vontade da sita cuja em aparecer...
Uma coisa interessante, viajei louca de vontade de comer filé de peixe à milanesa com purê de batatas. Ah, lugar de praia, né? Vocês comeram? Nem eu. Pasmem, mas não encontrei um restaurante que tivesse esse prato.
Outro fato mais interessante ainda, a gente adora mergulhar. Mas no dia que fomos fazer o mergulho, eu não quis. Não senti vontade. O Léo foi sozinho. Alguma coisa me disse: Não vai! (Coisa ou Deus?)
Passeamos, andamos de barco, praia... E lá continuavam minhas cólicas.
Na volta, já desconfiada, comecei a fuçar na internet e descobri que muitas mulheres têm os sintomas de gravidez semelhantes ao período pré-menstrual... Hummm... Será?
Liguei pra minha amiga Roberta e pedi conselhos. Ela me mandou esperar mais uns 10 dias e fazer um exame de farmácia. Claro que a ansiedade não agüentou esperar e fiz logo um exame de sangue. Ficaria pronto naquele mesmo dia após às 18h.
O dia se passou e nada! Almocei com minha amiga Raquel e até aí, já tava um monte de gente ansiosa. E eu acessando o site do laboratório o dia inteiro... hehehehehe...
Quando chegou o momento, liguei pra lá. O site não estava atualizado. A menina disse que o exame estava pronto e me deu o resultado: 17 mil e lá vai alguns pontos... Ahn? E isso significa o que? Perguntei eu. E a moça: olha, pela pontuação, a senhora pode estar grávida. Nisso, liga a Raquel. O Léo também já estava perturbando pra saber o resultado. Pra Raquel eu disse: Parabéns titia! E pro Léo, bem, eu queria fazer surpresa, algo romântico, mas ele estava uma pilha. E eu disse: Oi papai! Ele só conseguiu respondeu uns 20 “caraca”! Foi engraçado.
Liguei pra minha amiga Vick e disse: Ó, vc via ter que se juntar à Roberta e organizar meu chá de bebê.... Foi uma alegria só! Liguei pra Roberta e falei a mesma coisa...
Pra minha mãe eu disse: mãe, vc já planejou o cardápio da semana santa? Ela disse que sim. Eu disse, então coloca água no feijão, que vou levar mais um. E ela querendo saber quem era. E eu? Vc não vai ver, mais to levando mais um... Ela entendeu e começou a chorar (e eu, comecei a chorar aqui agora lembrando disso)... Minhas irmãs abriram o berreiro! Pro meu pai eu disse: Pai, vc tem que cuidar da sua saúde, pra poder correr atrás do seu neto. E ele, que estava acordando, ficou sem saber o que dizer... Gabriel é o primeiro neto e sobrinho da minha família. Na família do Léo tb foi bastante comemorado.

A Gravidez
Desde o início, Gabriel era Maria Eduarda. A gente chamava de Duda. Mas quando estava se aproximando a época de fazer a ultra que identificava o sexo, algo me disse que era menino e não deixei mais o Léo chamar de Duda. E qual não foi nossa surpresa quando o médico nos mostrou os “documentos” do nosso bebê? Hehehehehe...
Bom, pra menino não tínhamos nome definido. Eu queria Gabriel e o Léo, Calebe. Nosso bebê ficou sem nome até quase o sétimo mês de gestação. Mas depois de muita negociação, ficou Gabriel mesmo. O nome do meu avô paterno.
A gravidez transcorreu tranquilamente. Não tive enjôos, só muita azia. E fui tranquilamente até a 38ª semana.

O Parto
A médica já havia identificado que Gabriel estava encaixado desde a 34ª semana mais ou menos e bem baixo. Ela me disse: Muito provavelmente você não vai até a 40ª semana. Ele deve nascer com 38.
Fiquei com aquilo na cabeça e comecei a acelerar o que faltava pra arrumar as coisas dele.
Que queria parto normal de qualquer jeito.
No dia 01/11/2008, um sábado, acordei me sentindo estranha. Nenhuma dor. Só estava estranha. Então disse pro Léo: vamos almoçar no Outback? Possivelmente será nosso último almoço só nós dois. Vamos passear? E fomos! Andamos o dia inteiro. Voltei com uma fisgada no “pé” da barriga. E essa fisgada foi aumentando, até que lá pelas 21h entrei em o contato com a médica. Bom, eu estava em trabalho de parto. Fui para o hospital e me internei às 04 da manhã, mais ou menos. Com 1 de dilatação (o parto normal só acontece de 8 pra cima). Lá pelas 05h vem a médica e mede novamente: 2 de dilatação. E as contrações aumentando e ficando mais ritmadas. Lá pelas 08h, lá vem ela e? 3 de dilatação. E aí eu já estava, digamos, sofrendo. A anestesia só é dada a partir dos 5 de dilatação. Nesse último toque, a bolsa estourou. Ela já havia dito que iríamos pro centro cirúrgico e que lá faríamos mais um exame, e se não tivesse dilatação, que seria cesárea. E eu com aquele sentimento de “nadei, nadei e morri na praia”...
Depois que a bolsa estourou, a coisa esquentou... Putz! Doía muito!!!! Credo!!! Hehehehe...
Chegamos na sala de cirurgia e a médica queria fazer outro exame e eu só queria a anestesia. Só isso! E quando ela fez o toque, adivinhem: 8 de dilatação! Ela me disse: Mãezinha, vamos tentar? E eu (gritando): EU FAÇO O QUE VOCÊS QUISEREM, MAS ME DÊEM ANESTESIA, PELOAMORDEDEUS!!!!!!!!! Depois o anestesista veio me zoar no quarto por causa disso... hahahahahaha
Mas enfim, devidamente anestesiada, às 09h39 do dia 02/11/2008, chegou ao mundo o meu anjinho Gabriel! Lindo!
Hoje, não me imagino sem meu pequeno. A nossa vida ficou mais completa e a gente se vê nele. Ele tem o jeitinho dos dois. E apesar do “sofrimento” do parto normal, eu recomendo! Minha recuperação foi ótima. No dia seguinte estava de alta!

8 comentários:

Jú Ferrer disse...

Fran, linda história. Adorei vc chorando com sua mamis, até os meus olhos encheram de lágrimas.

Beijocas

Roberta disse...

Lindo mesmo...tô emocionada!!!!
Beijos.

Vick disse...

Ai amiga passou um filme na minha cabeça....Como passou rápido! Lembro de cada detalhe. Como conseguimos viver tanto tempo sem nossas bençãos?

Vick disse...

Ah esqueci de dizer que quando a Fran me ligou para dizer eu estava no banco e fiz um escândalo que todos ficaram olhando pra minha cara e eu chorando hehehehe

Talita disse...

Fiquei super emocionada!! Foi lindo mesmo!

Fran disse...

Amiga Vick,

Conta sua história pois ela tem tudo a ver com a minha! E é linda demais!

bjs,

Larissa disse...

Linda história, Fran!! Amei!!

Erika disse...

Costumo dizer q o Gabriel é metade meu... Como é o meu primeiro sobrinho e filho da minha irmã, acho que posso considerá-lo meio filho e meio sobrinho... Chorei muito qdo soube da gravidez... Comprei roupinhas... Chorei qdo ele nasceu e fico babando a cada conquista dele... Como um serzinho tão pequenininho pode trazer tanta alegria, né?! E o tio Pedro adora receber emails com notícias e disputa comigo quem vai ficar mais tempo com ele no colo... rsrs...