Não sei se eu faria como a Kate (http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/1,,EMI175863-17729,00.html). Ela tinha motivos pra pensar nisso. Mas eu já me peguei várias vezes pensando nesse assunto: e se eu morrer?
Gente, sabemos que um dia iremos, certo? Não que isso seja um assunto que assombre minha vida. Longe disso! Mas depois que temos filhos passamos a nos preocupar mais com esse tipo de coisa porque sabemos que tem alguém que depende de nós e não queremos deixá-lo desamparado.
Eu não tenho do que reclamar do meu marido, ele me ajuda em TUDO! Mas, ele faz se eu disser o que tem que ser feito. Ou seja, ele dá remédio se eu disser que tem que dar, se eu disser qual remédio, a dosagem e a hora. E se eu morrer?
Várias vezes, quando ele me pergunta sobre algo que ele faz rotineiramente mas sempre sob minha "supervisão", eu pergunto isso pra ele. Falo: Não é possível que você ainda não saiba a medida que tem que colocar de leite na mamadeira (ele sempre me pergunta isso). E se eu morrer amanhã? Como vc vai se virar?
Então, entendo que a Kate, sabendo que a morte se aproximava procurou deixar escrito além de uma lista de desejos, uma lista de instruções.
E vcs? O que pensam sobre isso?
Para meu filho
Há um ano
