quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Leiam esse post.... E comentem!

Meninas,

    Estou sempre de olho no blog da Roberta, o Meu Projetinho de Vida. Vale a pena!

    Dêem uma lida nesse post e comentem...
    http://meuprojetinhodevida.blogspot.com/2011/02/o-dialogo-o-choque-e-megafesta-de.html

    Achei um absurdo!!!!

bjs,

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Filhos e internet

Oi meninas,

Sei que estou sumida, mas o tempo anda muitíssimo curto.
Bom, vim aqui hoje por conta de uma super dica que peguei em mais um blog de mães que adoram ser mães e partilhar isso via internet, alguém se reconhece aqui? rsrsrs
Bom, encontrei esse blog muito legal sobre viajar com os filhos e de quebra este post sobre o MUNDO DO SÍTIO - O mundo virtual do Sítio do Picapau (que agora se escreve junto) Amarelo.
Bom, eu adoro literatura e Monteiro Lobato sempre foi o melhor pra mim em literatura brasileira infantil.
Quem aqui um dia não quis ser Narizinho, ter as aventuras que ela teve no Reino das Águas Claras, ter uma Emília?
Bom, quem não sabe do que estou falando devia experimentar!!!
Enfim, o site http://www.mundodositio.com.br/institucional/teaser.xhtml, está em construção, mas como diz o post do blog "Eu viajo com meus filhos", você, pai ou mãe, pode se cadastrar e acompanhar todas as atividades do seu filho no site.
Simplesmente amei e vou testar com a minha pequena.
Bjs

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mãe Desnecessária

Oi meninas!

Quando li o título acima, num email que recebi de uma amiga, me interessei logo. É impossível achar que um dia serei desnecessária para Maria Clara, mas o fato é que serei. E pro bem dela. Mas é MUITO difícil admitir e imaginar esse dia. A medida que ela cresce e os sentimentos vão conseguindo ser ditos e demonstrados com mais intensidade, mais distante fico dessa frase. Como imaginar ser desnecessária se ela abraça, beija, como se eu fosse TUDO pra ela?! Como boa manteiga, meus olhos estão cheios de lágrimas!

É duro, meninas, mas minha filha está crescendo!

Vamos ao texto, antes que eu inunde tudo aqui...

"A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.

Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar vôos-solo. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.

Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser 'desnecessária' é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos,como uma droga,a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes.

Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado,o conforto nas horas difíceis.

Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser 'desnecessários', nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar."

(Márcia Neder Bacha é psicanalista e pesquisadora da UFMS e da USP/NUPPE. Doutora em Psicologia Clínica e autora de Psicanálise e Educação – Laços Refeitos e A arte de formar: o feminino, infantil e o epistemológico.)

P.S: Nem preciso dizer que me encantei com o blog da Mari....

Beijossssssssssssssssssss

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Repelente ou filtro solar?

Meninas, eu sempre tive esta dúvida, por isso posto aqui estas dicas... Uma ótima semana para todas!!! Bjos!

Repelente ou filtro solar?
Em tempos de sol forte e muitos mosquitos, os pais ficam em dúvida sobre o que devem fazer para proteger os filhos. Saiba como usar os dois produtos corretamente

Rio - Durante o verão, o excesso de exposição ao sol, o calor e a falta de hidratação são perigos recorrentes quando o assunto é criança. Porém, outras preocupações ainda povoam a cabeça dos pais, já que a estação quente também concentra maior ocorrência de casos de dengue. Especialistas alertam que não basta só proteger os pequenos do sol: repelente de insetos também é item de uso essencial no verão.

Mas será que usar repelente e filtro solar ao mesmo tempo faz mal? Não, afirma o diretor da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Carlos Barcaui. Segundo ele, os pequenos podem e devem estar protegidos contra os danos do sol e os insetos simultaneamente. Filtro solar e repelente podem ser usados um sobre o outro, sem importar qual é aplicado primeiro.

Intervalo de 15 minutos
“Não há problema em passar os dois produtos juntos, mas o ideal é dar um intervalo de 15 minutos entre um e outro, para que o primeiro seja absorvido pela pele. E o fato de misturar as substâncias, não causa alergia”, explica .

Integrante do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, Marcos do Lago lembra que crianças e jovens fazem parte do grupo que está mais suscetível a contrair a dengue. “Pela pouca idade, muitos não tiveram contato com o tipo 1 da doença, que voltou a circular no Brasil. Para que fiquem menos vulneráveis, é importante protegê-los do Aedes aegypti, transmissor da doença, com repelente. E sempre tomar medidas para minimizar o número de criadouros de mosquitos”, afirma o especialista.

Orientações
ATÉ 6 MESES DE IDADE
O ideal é usar somente protetor de barreira contra insetos, como mosquiteiros e cortinados.

6 MESES A 2 ANOS
O uso do repelente é permitido, junto com a proteção de barreira. Deve-se passar o produto apenas nas costas e pernas, para que o pequeno não suje a mão com repelente e a leve à boca.

ACIMA DE 2 ANOS
Já se pode usar repelente no corpo todo.

REAPLICAÇÃO
Repelente e protetor, em contato com água e suor, devem ser reaplicados. O repelente, em locais com muitos mosquitos, deve ser reaplicado a cada 3 horas. Se for em forma de spray, sai com mais facilidade. Por isso, é preferível usar loções em creme que duram mais sobre a pele. O protetor deve ser reaplicado a cada duas horas e ter fator superior a 15.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A gente não quer ser cidadão?

Meninas, li um texto da Leda Nagle e gostei, por isso quero compartilhar com vocês... É um toque, talvez até um "puxão de orelha" e vale parar para pensar!!! Bjos! E ótimo fim de semana! Segue o texto...

Leda Nagle: A gente não quer ser cidadão?

Rio - Tem assunto que não dá ibope, não faz o menor sucesso na conversa de bar nem em papo na casa de amigos no fim de semana. Lixo é um destes assuntos. Já foi assim com meio ambiente. Até inventaram apelido pra quem insistia na conversa: ecochato. E lá vamos nós, consumindo, comprando, usando e descartando. E para onde vai este lixo todo? Não é assunto fino. Ninguém quer saber. Mas basta uma boa hora de chuva de verão para ruas e calçadas ficarem alagadas e os bueiros entupirem. É óbvio que os prefeitos têm que mandar limpar as galerias pluviais, que os bueiros devem ser igualmente limpos, claro que os garis têm que passar regularmente recolhendo o lixo. Mas a gente também tem que fazer a nossa parte.
Defender autoridades não é meu forte, até porque eles sempre fazem menos do que deveriam mas, cá pra nós, não dá para culpar apenas os xerifes das cidades. É preciso que o povo ajude. E entenda-se por povo, todo mundo, independentemente de qualquer coisa, tipo ou classe social. Nossas ruas são imundas, nossas praias também, e muita gente ainda resiste em separar lixo orgânico de lixo descartável, como se esta função não fosse nossa. Nesta causa todo mundo é culpado. Já reparou quantos sacos plásticos, garrafas PET, bandejas de isopor e sacolas levamos pra casa, toda vez que vamos às compras? E como descartamos tudo isto? Sem a menor culpa ou preocupação maior. Jogamos no lixo, tudo junto e misturado, como se coubesse a uma entidade aparecer para resolver o problema do lixo da nossa casa, ou do nosso escritório. Vamos combinar que é absolutamente possível separar o lixo do lixo. Basta querer. Não precisa ser rico, comprar uma lixeira cara e enorme, com separações para o lixo. Claro que se tiver dinheiro pra isto vale a pena, são lindas. Mas se não tiver pode-se fazer a separação sem maiores dramas, em duas sacolas diferentes, na mesma cozinha. É uma questão de atitude, de criar o hábito, de parar pra pensar na hora de descartar, criar uma cultura diferente e fazer a cabeça das crianças da casa e dos empregados também. É uma questão de começar a agir, de dar o exemplo, pegar o jeito.
Vai fazer bem para você mesmo e pro povo da sua casa. Aliás, as crianças deveriam ter aula de civilidade nas escolas aprendendo a separar o lixo, entendendo que é um grande mico jogar coisas no meio da rua. Podiam aprender também a não desperdiçar comida nem dirigir depois de beber, não esquecer o cinto de segurança. E poderiam aprender também que é possível economizar dinheiro sem perder o prazer de viver. Afinal, a gente não quer ser cidadão?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O que passa na cabeça dessas pessoas?

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/01/26/baba-flagrada-por-camera-agredindo-crianca-de-10-meses-em-brasilia-923610324.asp

Por que aceitam empregos como babá? Porque ganham mais? Para agredir uma criança ou um idoso incapaz tem que ter muito, mas muito sangue frio.
Imagino o que passa na cabeça dos pais. A criança já está traumatizada.
Não vou generalizar aqui. Conheço famílias que têm  babá há muito tempo e são ótimas. Mas eu ainda prefiro a creche. Apesar de que já ouvimos casos em que a creche também não era um lugar legal.
Imagina um monstro desses na minha casa? Gabriel não come direito e quando come leva horas! Uma babá dessas iria perder a paciência no primeiro minuto e ia esmurra meu filho! Deus me livre!
Como esse monstro tinha referências?
Eu estaria filmando desde o primeiro dia. Não deixaria acontecer isso por 7 meses nem por um decreto!